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segunda-feira, 16 de abril de 2012

Caatinga







[Conjuntura Ambiental]
! A Mata Branca…
À sombra da mais rubra flor amarela em brilho
Rugindo em fogo por soar em terra
Ao seco eco candente em pó
Das águas fluídas que lampejam ao som
Emana vida ao proferir da época
Quando conseqüente for do tempo estar
A transparecer em essência o colorir em traços
À bruta pedra a se brotar em seiva
Fazendo-se em cor ascender ao tom
Por quanto se quiseras verde estiveras cinza
Por tanto se estiveras cinza fizeras verde
Emoldurando-se num cenário de superação
Força, vivacidade e beleza.


Manollo Ferreira

sábado, 24 de março de 2012

Velho Chico



 OPARÁ !!! ... Antagônias Em Curso...!


Ao levante do teu leito

Estende-se a plenitude
Do nobre senhorio.
Dos seus mitos, lendas, rituais e crendices
Mergulham histórias e estórias...
...Memórias a emergir
De nossa Senhora da Rapadura,
Ao Nego D’Água... A Mãe D’água...
Barcos nas crenças a navegar
Resguardados nas carrancas,
Águas a desbravar,
À pesca por muitos se faz alimentar.
Pelo manancial que mana e emana
Barragens energia a gerar
Natureza o homem fez por transformar,
Do fruto a terra semente a brotar,
A boca sedenta na sede a molhar.
No esboço do seu fluxo
Belíssimas Ilhas têm por ti a adorná-lo
Paradisíacos cenários em terra a figurá-lo.
 Imponente OPORÁ, Rio da Integração Nacional,
Lendário Rio dos Currais,
Velho Chico, Rio São Francisco!
Hoje já não mais tão Saudável
No contraditório do seu legado
És vitimado pela destruição da sua mata ciliar
Sucumbindo-o à agressão da erosão
Em detrimento o assoreamento,
Que se faz a moléstia da sua exaustão,
Às secas lágrimas que afogam-se na lamentação
No curso das antagônias por exaurir.

Manollo Ferreira

Homenagem às Mulheres


A Mulher Como Centro De Universalização Poética

                                                 

mulher como centro de universalização poética é aquela que tem nome 

e também sobre nome, é a que tem deveres, e também têm direitos,
 é a que chora, é a que ri, é a que é mãe e muitas vezes é também pai, 
é a filha, é a irmã, é a tia, é a avó...
Meninas!... Moças!... Senhoras!
Aurinas, Hildemiras, Polianes, Marias Cândidas, Áureas Luìsas, Marias Luìsas...Mães, Sogras, Filhas, Esposas, Irmãs...

A todas as mulheres, sem distinção de cor, credo e tribo.
Solteiras!... Concubinas!... Casadas!... Essencialmente emancipadas!
A mulher professora, a mulher domestica, a mulher motorista,

 a mulher atleta, a mulher empresária, a mulher presidenta,
 a mulher proprietária... Independentemente a profissional mulher...
A mulher em beleza, Elegância e Sensualidade!
A mulher que elege, a mulher eleita, a mulher escritora, 
a mulher pintora, 
a mulher que canta e encanta... A mulher da arte... A mulher obra de arte...
A mulher em casa, na rua ou no trabalho... Em essência mulher...
 Unicamente mulher!
A mulher amada... Amante... Apaixonada...
A mulher urbana, a mulher rural...
A mulher singular, a mulher plural...
A mulher alimento, mas também canibal...
A mulher intrinsecamente maniqueísta!
A mulher feminina, a mulher feminista...
A mulher de uniforme, de saia, de vestido, de calça, de short e camiseta, 

calcinha e sutiã, de biquínis... A mulher em pele... A mulher em alma...
A mulher em formas aos olhos de quem se tem a admira-la...
Magra... Gorda...
Negra... Branca...
Baixa... Alta... Em essência mulher... Organicamente mulher!
Poeticamente MULHER!!!


Emanoel Ferreira da Silva - "MANOLLO FERREIRA"

quarta-feira, 21 de março de 2012

Poema - Meio Ambiente


fegante Por Viver –


Meio Ambiente - Ofegante Por Viver –

Raios de sol... Lua a cintilar...
No frio... Ao calor...
A fauna
A flora
Respira!
Biodiversidade
O vento... No ar...
A terra em água... Riachos... Rios... Ao mar
Animais
Vegetais
Micro
Macro
Ser vivo
Respira!
Ecossistema em existência
Num sopro do tempo inspira
A andar
A nadar
A voar
A rastejar
A vegetar
Na natureza em perseverança do não pra vida expirar
Num mundo por esperança a fecundar
A gerar
A criar
A plantar
A preservar
O meio ambiente
A respirar..


Poeta de Juazeiro






Juazeiro! Canto Do Meu Encanto...

Tamoquins, tamoqueus e cariris.
Os primeiros povos à tua terra fecundar
Juazeiro... Juazeiro... Juazeiro !
Tropeiros por muito ali passar
No descanso à sombra da tua copa
Com o tempo fizeram desse lugar motivo pra ali ficar...
Juazeiro... Juazeiro... Juazeiro !
Já foi vila... Foi vilarejo
Quando se deu um dia por se emancipar
A cidade se fez em teu nome para com o tempo prosperar
Juazeiro... Juazeiro... Juazeiro !
Terra abençoada !
Tens no Rio São Francisco a tua fonte de vida,
Tua sede, tua comida, teu sentido de brilhar
Juazeiro... Juazeiro... Juazeiro !
Na música da tua poesia 
Na arte da tua cultura
Na história da tua memória!
O teu povo és a tua alegria !
Juazeiro... Juazeiro... Juazeiro!
Juazeiro canto do meu encanto... !!!
Esse é o meu lugar ! 

manollo ferreira